terça-feira, 26 de março de 2013

ESPECIAL DE PASCOA - Novos Pratos no Cardápio !

Agora totalmente ja em ritimo de "Pascoa" , o Bem Bahia traz um cardapio especial para o feriado ... Com a semana santa, que muitos seguem a tradição de não comer carne vermelha, e o tão esperado chocolate, os sabores das TAPIOCAS salgadas vão de salmão a cogumelos, além de muito chocolate é claro !


Estaremos abertos no Domingo de Pascoa a partir das 18 horas , para todos aqueles que querem um jantar diferente, reuna a familia, os amigos e venham para o BEM BAHIA e aproveitem nosso novo cardapio e muito mais !
Rua- Alfredo Guedes nº330 - Bairro dos Alemães / Tel: (19) 3375-7634




sexta-feira, 22 de março de 2013

O Significado da Semana Santa.


                               
A Semana Santa é uma semana muito especial e sagrada para os católicos e que celebra a subida de Jesus ao Monte das Oliveiras, a sua crucificação e a sua ressurreição. Para a Igreja Católica, inicia-se depois do Domingo de Ramos. Para que todos tenham uma vida abençoada, é bom orar ou rezar, coisas que ao mesmo tempo, abençoam.
Cada dia desta semana possui um significado especial porque representa as etapas finais de Jesus Cristo até a sua ressurreição. Na sexta-feira santa principalmente a carne é evitada embora muitas pessoas evitam a semana santa toda comendo peixe.
É um sacrifício em respeito ao sofrimento de Jesus e ao seu sangue que foi derramado. Para finalizar, se você realmente está se programando para a sua Ceia completa de Natal, anime-se já, colocando em prática, não só os seus dotes para preparar aquela bela receita típica da época, mas sim, buscando ter fé, e enfim, se preparar também, para fazer os enfeites Natalinos e decorativos.

O significado

  • Quinta-Feira Santa:
Esse é o dia em que é relembrada a última ceia de Jesus com seus discípulos, momento em que foi instituída a eucaristia. É também o dia conhecido como lava-pés, em que Cristo lavou os pés de cada um de seus seguidores.
  • Sexta-Feira Santa:
À tarde apresenta o drama da morte de Jesus Cristo no Calvário, sua morte e crucificação. Nesse dia não se celebra a missa em todo o mundo e o altar é iluminado sem cruz, sem velas e nem adornos. As pessoas costumam, em sinal de respeito, não comer carne.
  • Sábado Santo:
A igreja está em silêncio e meditação. Uma forma de acompanhar a morte de Jesus e esperar sua ressurreição. À noite acontece a vigília pascal, ou seja, os cristãos passam a noite rezando, esperando o grande dia: a Páscoa.
  • Domingo de Páscoa:
Mais conhecido como o dia de Páscoa, é o ápice do ano litúrgico. A igreja se reúne para comemorar a ressurreição de Jesus Cristo, sua vitória sobre a morte.
A sua ressurreição simboliza o início de uma vida nova, iluminada. Por isso dizemos que a Páscoa é renascimento! Que seu renascimento seja de esperanças, amor e paz!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Tapioca Também Combina com Vinho !

                 

A tapioca está na na base da alimentação no Brasil antes da chegada de Pedro Álvares Cabral. Os índios tupi-guaranis habitavam a costa brasileira de Norte a Sul e a base da comida deles era a mandioca. Eles faziam muito beiju, mas precisavam economizar tempo e  fogo, então inventaram a tapioca, que fica pronta mais rapidamente.
Foi pelos descobridores portugueses que essa deliciosa invenção ganhou a mesa dos brasileiros. Nos tempos do Brasil Colônia era difícil aparelhar as casas improvisadas e eles viram na tapioca uma forma de substituir o pão, até porque a feitura do pão naquela época, aqui, era muito complicada.
E isso começou na Capitania Hereditária de Pernambuco. No século 16 foi criada a Casa de Farinha em Itamaracá e aí a  cidade de Olinda passou a consumir intensamente o beiju, a farinha e a tapioca, todos tirados da mandioca. Assim que as outras regiões do Nordeste foram sendo ocupadas, outra nações indígenas começaram a usar a farinha da mandioca para fazer tapioca. Mais tarde, a tapioca também serviu como base alimentar dos escravos. 
Por isso a tapioca é considerada um dos mais tradicionais símbolos da culinária por quase todo o Nordeste. A ponto de ter virado patrimônio cultural por um projeto da Preferitura de Olinda.
Eu adoro tapioca, mas sou tradicionalista, gosto da tapioca com manteiga e queijo coalho. O João Cláudio não perdeu a oportunidade e me perguntou se eu tomaria vinho com tapioca. A resposta é óbvia: claro!
Dependendo do recheio a tapioca vai dar ótimas harmonizações e fica até sofisticado. Por exemplo, a tapioca tradicional que eu gosto, de manteiga com queijo coalho, fica muito boa com um chardonnay, por razões óbvias as frutas vão combinar com o queijo e a manteiga característica da uva vai ajudar a engrandecer o recheio da massa de amido.
A tapioca que mais faz sucesso em Brasília é a de charque, às vezes com catupiry também. Nesse caso acho que pede um bom vinho português do Alentejo. Vinhos frutados, pouca ou nenhuma madeira, acidez num ponto que equilibra muito bem a carne e o queijo.
Se a opção for uma tapioca de sobremesa, de coco com doce de leite, cabe perfeitamente com um vinho doce. Aí vai depender do padrão de quem está comendo a tapioca. Um francês vai achar ótimo com Sauterne. Um português vai querer com vinho do Porto. Nós aqui no Brasil vamos de colheita tardia do Rio Grande do Sul ou do Chile.

quarta-feira, 13 de março de 2013

A Historia do Famoso Acarajé Baiano.




Uma dos mais característicos quitutes da cozinha baiana, o acarajé, é um bolinho feito de massa do feijão-fradinho, temperado com cebola e sal. Após ser frito no azeite de dendê, o bolinho é cortado ao meio e recheado com um molho feito com camarão seco, pimenta e cebola, tudo bem triturado e frito no azeite-de- dendê. É muito semelhante ao abará, outro prato da culinária da Bahia, diferindo somente na maneira de cozinhar: o primeiro é frito e o segundo é cozido no vapor.

Acarajé é uma palavra composta, proveniente da língua africana iorubá: akará = bola de fogo e jé =comer, ou seja, comer bola de fogo. Sua origem vem de uma lenda sobre a relação de Xangô com sua esposa Iansã.

Segundo a lenda, Iansã, a deusa dos ventos e das tempestades, foi à casa de Ifá (oráculo africano) buscar um alimento para seu marido. O Ifá o entregou recomendando que quando Xangô comesse fosse falar para o povo. Desconfiada, Iansã o provou antes de entregá-lo ao marido e nada aconteceu. Chegando em casa, entregou o preparado a Xangô, sem esquecer de repassar as informações do Ifá.  Xangô o comeu e quando estava falando ao povo, começaram a sair labaredas de fogo da sua boca. Aflita, Iansã correu para ajudá-lo, começando também a ter labaredas de fogo saindo da sua boca. Diante disso o povo começou a saudá-los de grande rei de Oyó, ou seja, grande rei do fogo. 

Quando feitos para os orixás, ou seja, em âmbito sagrado, o acarajé deve ser apenas frito. Seus tamanhos e formatos possuem simbolismos próprios e são endereçados a divindades específicas. Os grandes e redondos são oferecidos a Xangô; os pequenos são servidos para as iabás, como Iansã, a rainha valente, mulher de Xangô, para os obás (ministros de Xangô) e para os  erês (intermediários entre a pessoa e seu orixá).

Principal atrativo dos tabuleiros da baiana, o acarajé tem um forte vínculo religioso ligado ao candomblé. Tudo é importante para a venda na rua: o traje, os fios de contas, as pulseiras, o pano da costa (usado sobre os ombros); o preparo do azeite de dendê e do bolinho; o respeito às comidas e aos dias consagrados aos deuses. Nas sextas-feiras, não devem ser feitas comidas de cor, principalmente as com dendê, para não ofender Oxalá, que só aceita pratos brancos e sem condimentos.

No Rio de Janeiro, o acarajé também é preparado com azeite doce, com o mesmo rigor do acarajé frito no dendê da Bahia. Esse tipo de alimentação ritual faz parte das oferendas para divindades que não usam o dendê ou fazem dele pouco uso.

Mesmo quando vendido de forma profana, o acarajé é considerado uma comida sagrada pelas baianas, não podendo ser dissociado do candomblé. Sua receita não deve ser modificada e só deve ser preparada por filhos de santo.

Atualmente, há quem conteste esse princípio, achando que o importante é que seja mantido o respeito às tradições, mas a venda não deveria ser restrita aos integrantes do candomblé. 

Herdeiras dos escravos urbanos, as baianas do acarajé existem em Salvador há pelo menos um século. Em 2005, o ofício tornou-se patrimônio cultural do Brasil, registrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

segunda-feira, 11 de março de 2013

A Historia da Tapioca....

Tapiocas Doces


A Tapioca é uma iguaria genuinamente brasileira que tem como origem um alimento dos indígenas, que, ainda hoje, produzem uma goma da mandioca, muito comum em todo onorte e nordeste brasileiro, que, levada ao fogo, forma-se um biju ou um tipo de panqueca, de sabor quase neutro e altamente nutritivo.
A Tapioca é um alimento que hoje, tradicionalmente, está inserido na cultura alimentar do povo nortista e nordestino e, sempre foi conhecida com substituto do pão. É consumida em forma de bijus, sendo, ainda, adicionada a ela, coco, manteiga da terra ou ainda, com leite condensado ou os mais diversos recheios salgados e doces.
Existem tapiocarias em todo o norte e nordeste que exploram o produto que, por si, incentivaram, diversos modelos de negócios em todo o Brasil com a tapioca.
A tapioca difundiu-se e firmou-se no gosto de brasileiros, em quase todas as regiões brasileiras e algumas no exterior, inserindo, cada dia, mais pessoas sendo ainda, uma alternativa de muitos pequenos negócios na área do Fast Food.
Hoje a Tapioca é moda e propicia muitos modelos de negócios pelo Brasil afora.
A ideia do Bem Bahia foi mudar todo um conceito de se produzir e consumir a Tapioca e, nós, nessa questão, conseguimos o que nenhum outro foi capaz de fazer, que é uma formulação totalmente diversa, da conhecida, permitindo que se prepare uma enorme variação de produtos exclusivos em toda região.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Bahia, mais que um estado, uma HISTORIA

Todos sabem que a Bahia é o berço do Brasil. Em 1500, na região de Porto Seguro, aconteceu o descobrimento oficial do Brasil. A região do atual estado da Bahia começou a ser povoada a partir da primeira metade do século XVI.
Os portugueses e piratas europeus iniciaram a exploração do pau-brasil. A colonização começou a ser efetivada pelas expedições de “Entradas” que, partindo de Salvador, Ilhéus e Porto Seguro, seguiam rumo ao interior da região.
As entradas eram similares ao movimento das bandeiras  que viria a ocorrer em São Paulo, porém, não obtiveram grandes êxitos e importância. Mas as entradas possibilitaram um melhor conhecimento e povoamento das regiões dos rios São Francisco, das Contas, Paraguaçu, Grande e Verde, e outras regiões do nordeste.
Originalmente, o território da província baiana compreenderia a margem direita do rio São Francisco, sendo a esquerda pertencente à Pernambuco.
Sobre as invasões, depois de 12 anos de trégua entre o Reino da Espanha e as Províncias Unidas, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, fundada em 1621, decidiu tomar as regiões açucareiras do Brasil Colônia e da África, que na época estavam sob o controle da Coroa Espanhola, no caso do Brasil, devido à União Ibérica.
Os holandeses enviaram uma esquadra muito bem armada para a baía de Todos os Santos, por ser uma região estratégica para as trocas comerciais no Atlântico Sul, e com as demais capitanias do Nordeste. Na época, os holandeses conseguiram ocupar os portos de Salvador e de Luanda.
Os holandeses venceram a resistência portuguesa, dominaram Salvador entre 1624 a 1625, quando perderam o controlo para um cerco organizado pelos portugueses e espanhóis. Para mitigar com o natural refúgio que a baía de todos os santos oferecia aos invasores, o Governador da capitania, Diogo Luís de Oliveira, em 1631, decidiu construir o Forte do Morro de São Paulo, que seria ampliado em 1624.
Os holandeses foram derrotados em novas tentativas de reaver o controle da capitania, a Bahia tornou-se numa referência de defesa na era colonial brasileira. Quando os holandeses conseguiram o controle de Recife, tentaram atacar a Bahia pelo litoral, em 1636, tentaram pelo povoado de Caravelas e, em 1637, Camamu e Ilhéus.
A Conjuração Baiana ocorreu em 1798, com o objetivo de se separar na metrópole portuguesa e instituir a República Bahiense, sendo reprimida com a execução de grande parte dos populares envolvidos.
Antes do Grito de Independência, em 1821, houve pequenos motins entre tropas portuguesas e grupos referidos como “brasileiros”. Quando ocorre a independência do Brasil, em 1822, a Bahia já possuía um governo provisório comandado por Miguel Calmon Du Pin e Almeida. Frente ao conflito armado existente entre baianos e tropas do portuguesas, interessadas em manter o vínculo colonial, Dom Pedro I enviou tardios esforços para a Bahia tornar-se independe de Portugal, e parte do Império Brasileiro.